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Irani

1983 • 8′ • cor • SC • direção de Rogério Sganzerla

Sinopse:

O cineasta, com a câmera na mão, se mistura aos personagens da festa que marca o aniversário da Guerra do Contestado, na cidade de Irani. Uma câmera que se aproxima de frente aos cavalos, que imprime movimentos circulares, estabelece uma gramática que emerge a partir da encenação que a população da cidade constrói. O filme é a sua maneira de olhar para o seu passado a fim de constituir uma história que lhe represente.

Sinopse

O cineasta, com a câmera na mão, se mistura aos personagens da festa que marca o aniversário da Guerra do Contestado, na cidade de Irani. Uma câmera que se aproxima de frente aos cavalos, que imprime movimentos circulares, estabelece uma gramática que emerge a partir da encenação que a população da cidade constrói. O filme é a sua maneira de olhar para o seu passado a fim de constituir uma história que lhe represente.

Direção

Rogério Sganzerla

Rogério Sganzerla nasceu em Joaçaba, interior do estado de Santa Catarina. Em 1964, em São Paulo, iniciou sua carreira profissional de crítico de cinema no Suplemento Literário do jornal O Estado de São Paulo, escrevendo também para o Jornal da Tarde. Aos 20 anos fez o seu primeiro filme, “Documentário”, premiado com uma viagem ao Festival de Cannes. Em 1968, aos 21 anos, dirigiu “O Bandido da Luz Vermelha”, considerado pela UNESCO nos anos 1980 Patrimônio Cultural da Humanidade, além de ter recebido o prêmio da Crítica Internacional no Wellington Film Society, Nova Zelândia (2007), e ter sido considerado um dos 100 melhores filmes do século XX. O filme recebeu diversas menções internacionais e continua sendo exibido em diversos festivais, museus e cinematecas. A partir daí realizou uma notória carreira como diretor, sempre buscando a ruptura da lógica dramática. Após “O Bandido da Luz Vermelha”, Rogério Sganzerla dirigiu “A Mulher de Todos”, com Helena Ignez no papel título. O filme recebeu excelente aceitação do público e da crítica, e causou um certo escândalo aos costumes da época em plena ditadura militar. Em 1970, fundou a produtora Belair com Helena Ignez e Júlio Bressane, e dirigiu os filmes considerados obras primas do cinema, “Copacabana Mon Amour” e “Sem essa, Aranha”, que estrearam fora do Brasil, já que o diretor e seus associados na produtora foram obrigados a deixar o Brasil, sob pena de terem os filmes queimados, começando, assim, um forçado exílio no exterior. Rogério Sganzerla continuou a escrever para jornais, e seus artigos desta década integraram o livro Por um cinema sem limite. Frequentador das sessões da Cinemateca Brasileira, interessou-se profundamente pela obra de Orson Welles, tendo produzido e dirigido uma trilogia sobre esse cineasta, com os títulos “Nem Tudo é Verdade”, “Tudo é Brasil” e “O Signo do Caos”. Esses filmes obtiveram reconhecimento internacional, tendo integrado grandes mostras sobre Orson Welles, como a Welles Conference, na Cinemateca de Munique, Alemanha, e o 58º Festival Internacional de Cinema de Locarno (2005). Após sua morte, Rogério Sganzerla vem recebendo várias homenagens e retrospectivas em diversos Festivais de Cinema no mundo. Sua obra segue iluminada.

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Rogério Sganzerla

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